antes de dormir

junho 12, 2011 § 1 comentário

por tanto querer segurar consigo acabou deixando pelo caminho

 

/.

dewy sunday morning

fevereiro 27, 2011 § Deixe um comentário

uma idéia espontânea é uma idéia que você colocou num jarro pra ver se brota?

hoje é daqueles dias

junho 5, 2010 § 4 Comentários

você quer sentar e escrever, mas você nunca escreve. pensa que pode ser poeta, fazer um best-seller ou um digno de coluna de revista. mas aí você cansa antes de terminar o primeiro parágrafo e pensa: “pô, vou fazer minimalista”. mas o seu minimalista tem palavras de mais com sentido de menos, você perde a paciência rapidinho. desiste do papel e da caneta, resolve desenhar. caneta bic, bloco de papel (porquê você é marginal, porquê gosta da cara das coisas como esboço — mas isso não tem nada a ver com a sua preguiça, claro), você vai é radicalizar. na primeira curva do papel você suspira, olha a obra-prima. meio caidinha, é verdade, mas é a tendência. você está ali pra romper paradigmas, pra entrar pra história. não demora muito e você joga pro canto a sua vida de vanguarda e vai atrás do violão.

/como não tem nenhum em casa, você faz um blog.

winter classic

fevereiro 23, 2010 § Deixe um comentário

falar do tempo

do poema em

uma foto

em branco

e preto, huh

direto ao ponto

fevereiro 23, 2010 § 1 comentário

— mas eu fico dando volta quando tô nervoso

ah, agonia

fevereiro 12, 2010 § 1 comentário

que não acaba, que alimenta o que não tem de sono e que me faz não me encontrar em paz (de jeito maneira), que tem cheiro de toalha ou lençol molhado (pois os banhos ou cochilos querem o tempo passe depressa), que tem os rumos de todos os cantos da casa, de barriga cheia, de não fome, de vinho que você embriaga depois de tudo passado, de tudo, tudo, tudo…

/ah agonia, que caralho de poesia

tenho no ca

fevereiro 4, 2010 § 4 Comentários

bide do meu rosto uma ten

dência a ver tudo no bran

co e tão calado que é qua

se uma heresia de tão sa

grado.  às vezes quando vis

to as roupas que escon

do no meu peito vejo sem

pre que não sei do que sou fei

to. abro minhas gavetas com tan

ta força que sempre per

co um pedaço de mim, nun

ca prestando muita a

tenção no que dei

xo por aí

.

me procuro por minhas par

tes inteiras, mas sem

pre me perco em minhas metades.

Onde estou?

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