tempos modernos

fevereiro 5, 2012 § Deixe um comentário

errou demais.

foi dela tanta confusão que veio vizinho, polícia,

soldado

 

– mas o que foi que ele fez?

– abriu a porta do carro pr’eu entrar

e saiu no jornal ontem

fevereiro 11, 2010 § Deixe um comentário

“Disposto a abafar o mais rápido possível novo foco de crise nas Forças Armadas, o presidente” …

aqui.

do barulhinho

novembro 12, 2009 § 1 comentário

— que quando você para muito pra pensar em alguém; que não uma namorada ou algum caso amoroso, mas pensando bem, pode até ser — você tem a leve tendência a sentir uma saudade da época que aquilo não fazia sentido prá você, só valia pra desdenhar. depois a gente cansa de dizer não e procura um ‘sim’, né? mesmo que por cansaço, sei lá. acho que a gente plantou problemas pra vida, como quando quisemos que o namoro dos treze anos fosse pra sempre, pra casar.

— mas também, vai impedir um molequinho de sonhar, meu?

— não, claro que não, mas molequinho ou molequinha ta sonhando com a libido, não tem aquela coisa de decisão ainda, de maduro,

— mas nem com sessenta anos pode não ser assim ‘maduro’

— é isso que to falando, entende?

— não. acho que você já bebeu demais

— todo mundo bebeu demais, todo mundo! a gente tem muito de tudo o tempo todo. de tesouro e tragédia, de sorrisos e de miséria. a gente não conhece moderação! a gente fica com tudo isso na cabeça, de ‘tem que ser assim, tem que ser assado’. nunca pode ser do jeito que é!

— tá, tá, calma. então faz alguma coisa a respeito

— eu estou aqui gritando sobre como a gente nunca está satisfeito com as coisas, e você me pede pra mudar? você realmente assumiu que eu não estou satisfeito com a nossa mania de não se contentar com tudo que nos é dado, e pediu pra mudar? disse que sou uma controvérsia que fala?

— é, mas não é?

— é

 

 

 

nota do editor

outubro 27, 2009 § 1 comentário

ainda rio demais quando vejo isto aqui:  [a foto, não o post.]

 

/sem vontade de escrever, só pra ficar vendo de novo.

não, não tenho nada

outubro 19, 2009 § 2 Comentários

— só um pouco de carinho guardado, uma cerveja gelada e mais algumas frases que ficaram por aqui depois que ela se foi.

— ah, vá; nem começa

um pouco de unha roída, de uma ausência forçada e de uma dor que não existe — de fato, nem existe — apenas pelo esporte de se lamentar por alguma coisa qualquer, tudo tudo tudo tem mais graça nas sagas dos heróis.

/e ninguém nunca tem nada mais a dizer.

sarna

setembro 27, 2009 § 1 comentário

porque é tão tão engraçado o jeito que a gente tem de imaginar sem necessidade. do tipo que precisa criar o zero pra mostrar que que não tem nada lá

então não dá pra escolher?

setembro 10, 2009 § Deixe um comentário

– eu queria aquele molho especial de vocês, coloca ainda umas torradinhas no canto (não consigo comer sem pão), se puder fritar um bife malpassado eu agradeço. mas  ah, o arroz dá pra trocar por arroz-à-grega? porque seria ótimo. gostaria também de brócolis cozido no alho e óleo – (alhóleo), umas polentas e farofa pra acompanhar – mas não frita demais, porque senão ficam todas pretas. e deixa ver… ah, sim, sem feijão, hoje não estou muito bem pra comer essas coisas tão pesadas.

– senhor, nós só temos pratofeito.

Onde estou?

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