a massa e o cimento

maio 30, 2010 § 2 Comentários

juntava um pouco aqui, outro ali, amontoava, retirava, orientava, reconstruía. considerava tudo que fazia ‘ostinato’ visual: a construção de uma casa e suas repetições.

“todo conhecimento da intimidade das coisas é imediatamente um poema.” — mas não lembra onde foi que viu, talvez no curso técnico, faculdade pra ele só a busca pelo arroz e feijão, ou arroz e ovo, já que de feijão nunca gostou desde criancinha. era o melhor da sua área, assim como todos os outros, como todos os outros.

pensava que era um poeta, um mestre, — mestre de obras e daí — mas um mestre mesmo assim

/bom, a julgar pelo dinheiro que ganhou pelo trabalho, sempre foi mesmo um artista

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