a raiz

março 4, 2010 § 1 comentário

tinha na cabeça a idéia de que o que era modelo não tinha paixão, não tinha libido, não sentia ódio. aquele clichezão mesmo de mundo perfeito e ideal utópico. todas as mulheres eram além — tratava o sexo como alguma coisa de bibelô, de porcelana, de cuidado; pra que quando encontrasse com alguma das milhares amigas pudesse gozar com força, com ódio e fúria, no limite da dor de tanto prazer. o outro lado do par romântico tinha sempre aquele status de impossível, de objetivo, de doar-se completamente.

/huh, mas que sexo aquele, medido e metrificado, colocando o selvagem do lado e ficando com a flor. esse parágrafo não tem objetivo; só insights.

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