meu ulisses

fevereiro 22, 2010 § Deixe um comentário

tem aquele ar de não entender nada, mais pele do que carne, longe do osso, mais calado e menos grito, harmônico. ele é assim, pobre de palavra e pior de espírito, sem jeito pra poesia, com um ar de Alexandre (no seu território o sol nunca se põe), ou qualquer erro na história. ele é nosso, mas nosso que se diz à mim, e só. antítese, ambíguo, tétrico. incoerente, sempre, incorente. sem argumento, sem pensamento, rima pobre. tem o corpo fraco e vontade forte, carrega o mundo nas costas

/pois que todos os que conheceu malemal se aguentam, mesmo

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