ah, agonia

fevereiro 12, 2010 § 1 comentário

que não acaba, que alimenta o que não tem de sono e que me faz não me encontrar em paz (de jeito maneira), que tem cheiro de toalha ou lençol molhado (pois os banhos ou cochilos querem o tempo passe depressa), que tem os rumos de todos os cantos da casa, de barriga cheia, de não fome, de vinho que você embriaga depois de tudo passado, de tudo, tudo, tudo…

/ah agonia, que caralho de poesia

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