no quarto escuro sempre tem uma lanterna

janeiro 7, 2010 § Deixe um comentário

De quando em quando eu presto uma visita, o Retido está sempre lá, invariavelmente seu, inevitavelmente você, e aí é uma certa inspiração que me vem, uma vontade louca de escrever alguma coisa, como se só com o pé nas costas me fosse possível pular desse avião; eu gosto do que escrevo, eu gostava do que eu escrevia, eu sempre tive mais tato para a tristeza do que para a felicidade, e talvez por uma falta de talento ou pela leveza da minha disciplina eu seja incapaz de escrever sobre águas recém descobertas, e fico aqui a invejar Colombo e seus diários sentado em casa com as minhas vontades.

Eu iria escrever mais, mas aí eu descobri que esse não é um e-mail triste.

Abraços.

[recebido por email] thanks.

/de vez em vez , a estrada passa por uma encruzilhada. e volta pra mesma

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