Daniel Cowman

novembro 12, 2009 § 1 comentário

[[antes que este blog vire um fã clube oficial da Spektor, devo dizer, esta música é fo-da.]]

2[[é a ultima vez por uns tempos que ela aparece aqui.]

 

 

On the day that Daniel Cowman stopped existing
The world should have ended right then and there
At precisely four-fifteen when he stopped existing
The world should have ended
How could it go on?
How could it go on?
How could it go on?

Oh and I don’t exist
I don’t exist [repeats]

So now that we’ve got that straight
Doesn’t mean that I can fly
Doesn’t mean I that I can go do whatever I want.
Now that we’ve got that clear
And you know that I’m not here
Doesn’t mean that I can go do whatever I please.

The premature ejaculation of his death
(something) hit Daniel in the face like a big round spitball hwk-pfffff.
And everything got hazy in the courtroom and then he stood up
And then he sat back down another two times in the row.
And everything got real slow like a gunshot in the movies
And he remembered heroin boy walking in through the door
Bouncing off the walls and the floor
Taking off his belt taking off his pants
Filling up the bathtub
Getting ready to go in for a swim.
Singing I don’t exist
I don’t exist [repeats]

And now that we’ve got that straight,
Doesn’t mean that I can fly
Doesn’t mean that I can go do whatever I want.
Now that we’ve got that clear
And you know that I’m not here
Doesn’t mean that I can go do whatever I please.
And you start remembering and remembering and remembering
And remembering…

The heroin boy, he walked through the door,
And he was screaming
And I was like ‘why’s you screaming like it’s the end of the world?’
And he was like ‘well it is.’
And I was sitting in the corner with my pants down
And I was sure that someone next door was blowing up balloons
And it was red and orange.

And there was that swell lady at the bar just tryin to buy gin
And there was this other lady at the bar and she was tryin to sell gin
It worked out good for the boths of them.

And heroin boy started taking off his belt,
Started taking off his pants,
Started taking off his shoes
Started filling up the bathtub
Getting ready to go in for a swim
I says “No-o.
You’re goin to drown.
He says ‘No,
I can’t drown.
Simply because…

Shhhhhhh.

A man destined to hang
Can never drown,
A man destined to hang
Can never drown,
A man destined to hang
Can never ever drown.

A man destined to drown
Can never burn,
A man destined to drown
Can never burn,
A man destined to drown
Can never ever burn.

A man destined to fry
Can never ever ever
A man destined to fry
Can never ever ever
A man destined to fry
Can never ever ever die…
In any other way but frying,
Lucky that I’m dying
By hanging and not drowning.

So now that we’ve got that straight
Can’t I just be left alone?
I want to take a fuckin’ bath

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§ Uma Resposta para Daniel Cowman

  • retido disse:

    TRADUÇÃO: (fonte: vagalume.uol.com.br)

    No dia em que Daniel Cowman parou de existir
    O mundo deveria ter acabado na mesma hora
    Precisamente às quatro e quinze quando ele parou de existir
    O mundo deveria ter acabado
    Como pôde continuar?
    Como pôde continuar?
    Como pôde continuar?

    Oh e eu não existo
    Eu não existo…

    E agora que esclarecemos isso
    Não significa que eu posso voar
    Não significa que eu posso ir aonde eu quiser
    Agora que acertamos isso e você que não estou mais aqui
    Não significa que eu posso fazer o que eu bem entender

    A ejaculação precoce de sua sentença de morte
    Atingiu Daniel no rosto como uma grande bola de papel cuspida
    E tudo ficou consuso no tribunal
    E aí ele ficou em pé e depois sentou de volta
    Outras duas vezes em seguida
    E tudo ficou bem lento como um tiro de bala nos filmes
    E ele se lembrou do garoto-heroína entrando pela porta
    Quicando das paredes para o chão
    Tirando seu cinto, tirando suas calças
    Enchendo a banheira, preparando-se para entrar e nadar
    Cantando “eu não existo…”

    E agora que esclarecemos isso
    Não significa que eu posso voar
    Não significa que eu posso ir aonde eu quiser
    Agora que acertamos isso e você que não estou mais aqui
    Não significa que eu posso fazer o que eu bem entender

    E ele começa a lembrar e lembrar e lembrar
    E lembrar…

    O garoto-heroína iria entrar pela porta
    E ele estava gritando e todo mundo estava, tipo:
    “Por que você está gritando como se fosse o fim do mundo?”
    E ele disse tipo “mas é…”
    E eu estava sentando no canto com minhas calças abaixadas
    E eu tinha certeza de que alguém na sala ao lado
    Estava estourando bexigas
    E elas eram vermelhas e laranjas

    E havia uma mulher no bar e ela
    Estava tentando comprar gim
    E essa outra mulher no bar e ela
    Estava tentando vender gim
    E deu certo para amabas as duas

    E o garoto-heroína começou a tirar seu cinto
    Começou a tirar suas calças, começou a tirar seu sapato
    Enchendo a banheira, preparando-se para entrar e nadar
    Eu digo “não… você vai se afogar”
    E ele diz “não… eu não posso me afogar
    Simplesmente porque…”
    Shhhh

    Um homem destinado à forca
    Não pode nunca se afogar,
    Um homem destinado à forca
    Não pode nunca se afogar,
    Um homem destinado à forca
    Não pode nunca se afogar.

    Um homem destinado a se afogar
    Não pode nunca se queimar,
    Um homem destinado a se afogar
    Não pode nunca se queimar,
    Um homem destinado a se afogar
    Não pode nunca se queimar.

    Um homem destinado a fritar
    Não pode nunca, nunca,
    Um homem destinado a fritar
    Não pode nunca, nunca,
    Um homem destinado a fritar
    Não pode nunca, nunca morrer
    De qualquer outro jeito senão fritando
    Que sorte eu estou morrendo
    Na forca e não afogado

    Então agora que já esclarecemos isso
    Não posso ser deixado em paz?
    Eu quero tomar a porra de um banho.

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