central de relacionamento

setembro 14, 2009 § Deixe um comentário

durante algum tempo ele sempre se gabou do fato de nunca ter conhecido ninguém próximo dele que morreu. era como um super-herói, um highlander no colégio que ficava imaginando se isso um dia iria deixar de ser verdade. hoje já é uma pessoa comum. ele se gaba só de ter dinheiro no final do mês.

/aquelas coisas de magia que a gente tinha no dia-à-dia da infância não têm vida muito comprida, mas o lugar que elas existem não deixam de ficar por perto, não. o melhor de tudo é não ter o romantismo pra lembrar, também. é como uma calçada na beira de uma avenida, separando um grande terreno sujo e uma pavimentação que não tem farol nenhum. é a gente ali, na beira, o tempo todo, interminável.

//brega, mas verdade.

Anúncios

Marcado:

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

O que é isso?

Você está lendo no momento central de relacionamento no Manter em cárceres privados..

Meta

%d blogueiros gostam disto: