visto por aí

setembro 30, 2009 § Deixe um comentário


Picture 1

/créditos à UncleSam Widget.

porque vale a pena

setembro 29, 2009 § 1 comentário

quanto mais longe vejo

mais luzes ficam

até  o próximo reflexo

[RUIZ, Alice[

sarna

setembro 27, 2009 § 1 comentário

porque é tão tão engraçado o jeito que a gente tem de imaginar sem necessidade. do tipo que precisa criar o zero pra mostrar que que não tem nada lá

um prato de fome

setembro 27, 2009 § Deixe um comentário

às vezes acontece de um motivo qualquer aparecer de repente e dizer que você tem “uma coisa” a mais desde a última vez que vocês se viram, ou que aquele amigo antigo ainda tem os mesmos traços, os mesmos defeitos; e que novas qualidades aparecem o tempo todo em qualquer lugar. bem; de vez em quando, mas bem mesmo, você costuma olhar pro céu e achar aquilo tudo tão estranho, como se ele fosse abaixando alguns metros a cada ano que passa, como se você ficasse sufocado por aquele manto azul de nuvens.

dizem que com o passar dos anos o céu vai ficando muito mais perto — ou menor –, e você acaba finalmente sufocado por tudo aquilo que te tapa a vista do universo. por não ter mais pra onde olhar, você sufoca.

/tem gente –quanta inocência — que enquanto espera a noite chegar, costuma pensar que os sonhos é que cresceram tanto que o mundo fica pequeno. bem pequeno

da visão

setembro 26, 2009 § 1 comentário

do olho

/é o olho de quem vê

Old Number Seven

setembro 26, 2009 § Deixe um comentário

Thank you Jack Daniels Old Number Seven
Tennessee Whiskey got me drinking in heaven
Angels start to look good to me
They’re gonna have to deport me to the firey deep

[…]

Thank you Jack Daniels Old Number Seven
Tennessee Whiskey got me drinking in heaven
Up here the bottle never runs dry
And you never wake up with those tears in your eyes

//pelo sábado; hohoho

do vinho

setembro 25, 2009 § Deixe um comentário

da saudade, do tempo, do som, da mostra, da reclusa, de tudo, da falta de sentido, da falta, do chão, do tédio, do caminho, depois, do aleatório, do mundo, o mundo que se resume aqui, e ali, – no fundo daquele copo – na superfície daquele corte, da vontade, do sono, agora durmo.
durmo.
respiro.

Onde estou?

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