Laughing With

julho 21, 2009 § 4 Comentários

No one laughs at God in a hospital
No one laughs at God in a war
No one’s laughing at God
When they’re starving or freezing or so very poor

No one laughs at God
When the doctor calls after some routine tests
No one’s laughing at God
When it’s gotten real late
And their kid’s not back from the party yet

No one laughs at God
When their airplane start to uncontrollably shake
No one’s laughing at God
When they see the one they love, hand in hand with someone else
And they hope that they’re mistaken

No one laughs at God
When the cops knock on their door
And they say we got some bad news, sir
No one’s laughing at God
When there’s a famine or fire or flood
But God can be funny
At a cocktail party when listening to a good God-themed joke, or
Or when the crazies say He hates us
And they get so red in the head you think they’re ‘bout to choke
God can be funny,
When told he’ll give you money if you just pray the right way
And when presented like a genie who does magic like Houdini
Or grants wishes like Jiminy Cricket and Santa Claus
God can be so hilarious
Ha ha
Ha ha

No one laughs at God in a hospital
No one laughs at God in a war
No one’s laughing at God
When they’ve lost all they’ve got
And they don’t know what for

No one laughs at God on the day they realize
That the last sight they’ll ever see is a pair of hateful eyes
No one’s laughing at God when they’re saying their goodbyes

[…]

[SPEKTOR, Regina[ – Laughing With

/pertinente, sem palavras

deste jeito

julho 17, 2009 § 2 Comentários

tem horas também que as coisas da gente não tem mais sentido.

bem assim.

obrigado, pequena.

shuffle

julho 11, 2009 § 2 Comentários

movimento o papel como se dalí saísse alguma coisa. movimento prá lá e prá cá, como se ele não fosse sentir enjôo. mas quem está nauseado sou eu, que não aguento mais o som dessas palavras que nem sentido têm, que nem motivo têm, mas que de uma vez por todas agora tem aquilo que eu sempre quis pra mim – presença.

/até logo, pode ser que a gente não mais se veja, agora que já são grandinhas, palavrinhas.

o motivo

julho 10, 2009 § 1 comentário

deixa eu te contar, moleque, que eu preciso disso mais do que você. não fala nada, só escuta, na verdade nem escuta, me passa rápido, eu não tenho tempo, e nem você. não tenho mais a paciência, você nem tem mais o saco, mas afinal, porquê é que eu to aqui ainda? me dá logo que disso, a gente só recebe de pai e mãe.

entendo bem, mas

julho 9, 2009 § 2 Comentários

que a própria parte do perdão que se dá propõe novos termos para o incansável silêncio destas ruas amarguradas; sendo que é nesta mesma madrugada que te ponho pra dormir – e basta. notou algo parecido com a não-necessidade de palavras?

similares, similares, ando em linha reta tendo o horizonte como fim

huh

julho 7, 2009 § 1 comentário

na vida só se usa vírgula quando engasgamos com algum caroço,

atrasa, mas não pára.

ai, quem me dera

julho 3, 2009 § 1 comentário

Ai quem me dera terminasse a espera
Retornasse o canto, simples e sem fim
E ouvindo o canto, se chorasse tanto
Que do mundo o pranto, se estancasse enfim

Ai quem me dera ver morrer a fera
Ver nascer o anjo, ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amor…

Ahh se as pessoas se tornassem boas
E cantassem moas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais

Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim

Ai quem me dera ouvir um nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E ao fim da espera
Ouvir na primavera
Alguém chamar por mim

Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim

Ai quem me dera ouvir um nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E ao fim da espera
Ouvir na primavera
Alguém chamar por mim

[MORAES, Vinicius de[

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