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junho 24, 2009 § 2 Comentários

é pelo som da manhã que o tédio desesperado se configura.

A furadeira, o carro, a padaria, o sol, o pássaro, o piano tímido, o som de ventoinhas e do computador que permite que se soltem palavras como catarse. Não se tem mais a paciência para escutar música pela manhã, e a fome configura um desejo estranho pelo café. Mais um dia de ver o sol nascer, desta vez sem insônia, só vontade de ficar acordado mesmo.

Não é que a gente não tenha motivos pra reclamar, uma coisa é gostar do drama sem choramingar, não é manha também; outra é tudo aquilo que incomoda e a gente geralmente fecha os olhos pra não ver. É como se aquilo ficasse ali, como um parasita minúsculo, microscópico, “oi, cansei de mim. Detesto você também”.

/ continua […]

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