carta nº2

junho 2, 2009 § 3 Comentários

mas eu queria que você mesmo se tocasse que é drama demais pra uma vida só, que acomodar-se é tão pertinente e gostoso (ainda assim, nojento) que talvez por isso que gosta. é uma coisa de rancor, amor e ódio, de raiva por não ter você na minha mão, nem você me ter nem em pensamento, que quem olha de fora acha que é romance. acho que é uma coisa que você não compartilha e pula de galho em galho pra escutar que ‘tudo bem você ser assim, faz parte, é necessário’ – até a hora em que, mais uma vez, você se afasta e afasta o outro. e volta pro mesmo lugar, como um cão raivoso preso à casinha seduzindo e expulsando os intrusos curiosos que passam por ali. você não luta, não diz, não chora, não ri. 

 

/por enquanto malemal existe, está mais pra uma coisa que se tem a impressão de que está ali

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