adolescente, eterno [ou cartas à um falso profeta]

março 11, 2009 § 3 Comentários

respiro.

lá vem de novo aquela erudição, aquela coisa que se veste como simples pra não mostrar que é elite. lá vem de novo mais um texto que anda de um jeito torto e é; desta vez a gente passa dos limites, se permite umas bobagens, mesmo que não seja assim aquele tipo de texto que a gente lê e fica com vontade, e nem chega perto também de desabafo. é uma coisa líquida que se incorpora e se faz em tudo que a gente presta atenção. é uma coisa torta que diz “olha o quanto eu sei”, daquele tipo que você pergunta b e eu te respondo coisas que no fundo não interessam, mas é orgulho.

o sexo é tão ruim que você sente sono. tem aquela dor na vista, tem o abraço carinhoso, mas carinhoso só pra poder dar conta de você dizer “pare, por favor. você assassina o que o mundo chama de comunhão”. e assim a gente vai, eu vou e você fica, eu fico e você não vai com medo de me encontrar por lá; o que é que se tem hoje por aí? 

 

/respiro, inspiro, expiro. daí eu vejo que nunca tive pulmão.

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